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Saúde

Rio Grande do Sul lidera ranking de vacinação contra a pólio

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Nesta campanha, que se realiza até o dia 9 de setembro, RS já vacinou 25% das crianças de 1 a 4 anos.

O Rio Grande do Sul é o Estado com melhor adesão até o momento na vacinação contra a pólio. Com as cercas de 100 mil doses aplicadas no último sábado, Dia D da campanha, o Estado já vacinou 25% das crianças de 1 a 4 anos. Isso representa 137 mil crianças. A média nacional é 16% de cobertura. A campanha vai até 9 de setembro. A meta é, até lá, vacinar 95% do público alvo.

Junto à campanha da pólio, acontece a multivacinação para todas crianças e adolescentes menores de 15 anos. O objetivo da estratégia é colocar em dia as doses do calendário básico que estejam em atraso. Por isso, quem for ao posto de saúde deve levar sua caderneta de vacinação para que a avaliação possa ser realizada pela equipe de saúde.

As vacinas utilizadas na campanha são as mesmas disponibilizadas na rotina dos serviços de vacinação, ao longo de todo o ano. Além delas, conforme disponibilidade e organização, os municípios podem ofertar ou orientar as demais vacinas específicas de campanhas, como a da covid-19 e da gripe (influenza).

Fonte: https://www.grupochiru.com/noticias/rio-grande-do-sul-lidera-ranking-de-vacinacao-contra-a-polio/

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ABERTURA OFICIAL DA III EDIÇÃO DO ABRIL AZUL EM CONSTANTINA

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Nesta quarta-feira (01/04), foi realizada a abertura oficial da III edição do Abril Azul, no Centro Cultural de Constantina/RS.

O momento contou com uma importante palestra sobre o Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), com o tema: “Ciência, acolhimento e intervenção baseado em evidências”, ministrada pela Dra. Angélica Ávila, neuropediatra.

Foi um encontro de aprendizado, troca de experiências e, principalmente, de conscientização sobre a importância do apoio, respeito e inclusão.

Seguimos juntos fortalecendo a informação e o cuidado durante todo o mês de conscientização sobre o autismo.

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USO DE CIGARRO ELETRÔNICO ENTRE ADOLESCENTES DISPARA NO BRASIL

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O uso do cigarro eletrônico (vaper, pod, e-cigarrete) aumentou consideravelmente entre os adolescentes de 13 a 17 anos nos últimos cinco anos, segundo a última edição da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (Pense), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta quarta-feira (25).

De acordo com o levantamento, a experimentação do cigarro eletrônico passou de 16,8% em 2019 para 29,6% em 2024, um aumento de quase 13 pontos poercentuais. Essa experimentação é mais frequente entre as meninas (31,7%) do que entre os meninos (27,4%) e entre os alunos dos colégios públicos (30,4%) do que os da rede privada (24,9%).

O aumento do uso do cigarro eletrônico se deu de forma generalizada em todas as grandes regiões do país, permanecendo as regiões Centro-Oeste (42,0%) e Sul (38,3%) com as maiores porcentagens, e as regiões Nordeste (22,5%) e Norte (21,5%) com as menores.

– É importante mencionar que no aerossol do cigarro eletrônico, assim como a fumaça do narguilê, que muitas vezes são propagandeados como inofensivos, contêm um número variável de substâncias prejudiciais ou potencialmente prejudiciais ao organismo – diz o estudo.

De forma geral, a pesquisa mostrou que a experimentação do cigarro, expressa pelo percentual de escolares de 13 a 17 anos que fumaram cigarro alguma vez na vida, foi de 18,5%. Esse resultado representa uma queda em relação a 2019, que apresentou um resultado de 22,6%, uma diferença de mais de quatro pontos percentuais.

CONSUMO DE ÁLCOOL
A pesquisa também avaliou o consumo de álcool entre os adolescentes. Os números mostram que os jovens estão bebendo menos e em menor intensidade. A experimentação de bebidas alcoólicas foi de 53,6% para os escolares de 13 a 17 anos, variando de 46,4% nos escolares de 13 a 15 anos, atingindo 66,3% nos escolares de 16 e 17 anos.

Esse indicador mostrou diferenças estatisticamente significativas em relação aos dados apurados em 2019, com uma redução média de 10 pontos percentuais em ambas as faixas de idade (63,3%, 55,9% e 76,8% em 2019, respectivamente).

DROGAS ILÍCITAS E CONSUMO ABUSIVO DE ÁLCOOL
A pesquisa também avaliou o consumo abusivo de álcool por meio da pergunta: “Nos últimos 30 dias, nos dias em que você tomou alguma bebida alcoólica, quantos copos ou doses você tomou por dia?”. Segundo definição utilizada pelo Ministério da Saúde, é considerado consumo abusivo de bebidas alcoólicas cinco ou mais doses (homem) ou quatro ou mais doses (mulher) em uma única ocasião.

O consumo abusivo de bebidas alcoólicas entre os meninos nos 30 dias anteriores à pesquisa foi de 17,7%; entre as meninas, de 24,2%. Em 2019, as porcentagens eram 26,8% e 33%, respectivamente, revelando uma queda expressiva.

A Pense 2024 investigou também o uso de drogas ilícitas: maconha, haxixe, heroína, cocaína, crack, merla, pasta base, oxi, metanfetamina, GHB, ecstasy, LSD, DMT, MDMA, cogumelos alucinógenos, cola, loló, lança perfume, skank, k9, entre outras. Foram coletados dados sobre a ocorrência e idade da experimentação, uso atual e sobre o contato com usuários.

Observou-se um crescimento lento, mas constante, desse indicador entre os escolares do 9º ano do ensino fundamental, das capitais brasileiras, no período de 2009 a 2019, indo de 8,2% para 13,1%. Em 2024, entretanto, foi registrada uma queda expressiva, com a porcentagem chegando a 8,3%.

*AE

PLENO.NEWS

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ANVISA ALERTA PARA RISCO HEPÁTICO LIGADO AO USO DE CÚRCUMA

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou um alerta de farmacovigilância para quem utiliza medicamentos ou suplementos alimentares que contêm cúrcuma (também conhecida como açafrão). Investigações internacionais identificaram casos raros, mas graves, de inflamação e danos ao fígado associados ao uso desses produtos em cápsulas ou extratos concentrados.

O alerta da Anvisa se baseou em avaliações internacionais que identificaram casos suspeitos de intoxicação hepática em pessoas que utilizaram produtos com cúrcuma ou curcuminoides. O problema está associado especialmente a formulações e tecnologias que promovem um aumento na absorção da curcumina em níveis muito acima do consumo normal.

Outras agências reguladoras, como as da Itália, Austrália, Canadá e França, já fizeram alertas sobre o tema, após autoridades de saúde registrarem casos de intoxicação do fígado ligados ao uso de suplementos de cúrcuma; o que levou à proibição de alguns produtos e à exigência de avisos de segurança nos rótulos.

Na França, a Agência Nacional de Segurança Sanitária da Alimentação, do Meio Ambiente e do Trabalho (ANSES) identificou dezenas de relatos de efeitos adversos associados ao consumo de suplementos contendo cúrcuma ou curcumina, incluindo casos de hepatite, no âmbito do sistema de nutrivigilância.

O alerta feito pela Anvisa apresenta orientações para profissionais de saúde, fabricantes de medicamentos e suplementos alimentares e consumidores.

TEMPERO É SEGURO
É muito importante esclarecer que o risco de toxicidade não está relacionado ao uso da cúrcuma, conhecida também como açafrão, para o preparo da comida no dia a dia. O pó usado na culinária é seguro e não integra o alerta, uma vez que não há evidências de risco associado ao consumo da cúrcuma como alimento e aditivo alimentar.

A diferença é que em medicamentos e suplementos o produto possui concentrações mais altas e uma capacidade de ser mais absorvido pelo organismo.

SINAIS DE ALERTA

Veja quais são os indícios que podem indicar a necessidade de avaliação médica:
– Pele ou olhos amarelados (icterícia);
– Urina muito escura;
– Cansaço excessivo e sem explicação;
– Náuseas e dores na região do abdômen.

Caso sinta algum desses sintomas, a orientação é interromper o uso dos produtos imediatamente e procurar ajuda de profissionais de saúde. Suspeitas de eventos adversos devem ser notificadas ao VigiMed (medicamentos) ou e-Notivisa (suplementos).

Como medida preventiva, a Anvisa determinou a atualização, com avisos de segurança, das bulas dos medicamentos Motore e Cumiah. No caso dos suplementos, será iniciado processo para a reavaliação do uso dessas substâncias e também será exigida a inclusão de advertências obrigatórias sobre a possibilidade de efeitos adversos nos rótulos dos produtos.

PLENO.NEWS

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