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ERS-135 RECEBE INTERVENÇÕES NESTA SEMANA

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A população e os condutores devem estar atentos para a realização de intervenções em dez rodovias nesta semana, informa a Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR). Ao todo, serão 28 frentes de trabalho que exigem atenção de quem circula pelas diferentes regiões do Rio Grande do Sul. A ação das equipes e a presença de máquinas na pista poderão causar bloqueios de faixas e, consequentemente, lentidão ou retenção sinalizada de veículos em horários de maior movimento.

Na ERS-135, as equipes trabalham na manutenção do pavimento e na implantação de tachões entre o quilômetro 67 ao 68, em Erechim. Além disso, o cronograma prevê a realização de roçadas e limpeza das margens do quilômetro 25 ao 33, entre Coxilha e Sertão, e em operações tapa-buracos em toda a extensão da rodovia.

De acordo com o diretor-presidente da EGR, Luiz Fernando Záchia, as obras fazem parte de um cronograma elaborado pelo corpo técnico com o objetivo de qualificar trechos estratégicos e reforçar a segurança da população que diariamente circula pelas estradas. “Qualificar as estradas é fator crucial para que possamos evitar acidentes e, ao mesmo tempo, incentivar o fortalecimento dos setores produtivos que dependem de boa logística”, destaca Záchia.

Os condutores que trafegarem pelos locais em obras devem respeitar os limites de velocidade indicados pelas placas.

Confira abaixo a relação das rodovias, os pontos de atenção e os serviços que serão realizados nesta semana:

– MANUTENÇÃO NO PAVIMENTO E REPAROS LOCALIZADOS:

RSC-453, do quilômetro 4 ao 5, em Venâncio Aires, e do quilômetro 17 ao 18, em Cruzeiro do Sul

ERS-130, no quilômetro 74, em Lajeado

ERS-122, do quilômetro 100 ao 128, entre Flores da Cunha e Antônio Prado

ERS-115, no quilômetro 26, entre Três Coroas e Gramado

ERS-235, do quilômetro 25 ao 28, em Gramado

ERS-135, do quilômetro 67 ao 68, em Erechim

– SINALIZAÇÃO:

RSC-453, do quilômetro zero ao 5 e do 7 ao 18, entre Venâncio Aires e Mato Leitão

ERS-115, no quilômetro 26, entre Três Coroas e Gramado

ERS-235, do quilômetro 25 ao 28, em Gramado

ERS-122, do quilômetro zero ao 20, entre Portão e São Sebastião do Caí

ERS-135, do quilômetro 67 ao 68, em Erechim

– CONSERVAÇÃO, ROÇADA E LIMPEZA DE MARGENS:

RSC-453, do quilômetro 38 ao 50, entre Estrela e Teutônia

ERS-130, do quilômetro 69 ao 75, em Lajeado (desobstrução de valas, bueiros e pintura de pontes e trevos)

ERS-129, do quilômetro 69 ao 82, entre Encantado e Muçum

ERS-128, do quilômetro 13 ao 26, entre Fazenda Vila Nova e Teutônia

ERS-239, do quilômetro 29 ao 37, entre Sapiranga e Araricá e do 66 ao 80, em Rolante

ERS-115, do quilômetro quatro ao 19, entre Taquara e Três Coroas

ERS-122, do quilômetro 32 ao 39, entre Bom Princípio e São Vendelino

ERS-235, do quilômetro zero ao sete, em Nova Petrópolis, e do 40 ao 45, em Canela

ERS-122, do quilômetro 88 ao 92, em Flores da Cunha

ERS-040, do quilômetro 13 ao 50, em Viamão

ERS-135, do quilômetro 25 ao 33, entre Coxilha e Sertão

– TAPA-BURACOS:

ERS-135, ERS-129 e ERS-130, em toda a extensão da rodovia.

A programação de obras poderá sofrer alterações por causa das condições climáticas desfavoráveis.

-JORNAL BOA VISTA

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YPÊ ENTRA COM RECURSO E SUSPENDE PROIBIÇÃO DA ANVISA

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A Ypê obteve a suspensão dos efeitos da recente proibição de lotes de seus produtos. Mesmo com o efeito suspensivo, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) mantém a orientação de não utilizar os itens.

Em comunicado divulgado na noite desta sexta-feira (8), a Ypê afirma que apresentou um recurso à Anvisa com esclarecimentos e subsídios técnicos relacionados à determinação de recolhimento e proibição dos itens.

– Com este recurso, a proibição de fabricar e comercializar produtos das categorias lava-louças, lava-louças concentrado, lava-roupas líquido e desinfetantes teve seus efeitos automaticamente suspensos até novo pronunciamento da agência, tal como dispõe o art. 17 da RDC nº 266/2019 – diz a marca.

A Ypê afirma ainda que “continuará em diálogo constante e permanente com a Anvisa e demais autoridades, sempre baseada em critérios científicos e subsídios técnicos, como forma de encontrar uma solução definitiva para a situação, no menor tempo possível”.

Pouco depois, a Anvisa também emitiu uma nova nota sobre o caso. A agência confirma que a empresa apresentou recurso contra a Resolução 1.834/2026 e que, com isso, as ações estão sob efeito suspensivo até o julgamento pela diretoria colegiada, previsto para ocorrer nos próximos dias.

A Anvisa reforça, porém, que mantém a avaliação técnica do risco sanitário na linha de fabricação dos produtos da Ypê na unidade localizada em Amparo (SP).

– Mesmo com o efeito suspensivo, a Anvisa recomenda que os consumidores não usem os produtos indicados, por segurança. É de responsabilidade da empresa orientar cidadãs e cidadãos, por meio do seu Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC), sobre procedimentos de recolhimento, troca, devolução, ressarcimento ou outras providências cabíveis – diz o comunicado.

ENTENDA O CASO
Na quinta (7), a Anvisa determinou o recolhimento de diversos produtos da Ypê após identificar descumprimentos em etapas críticas do processo produtivo, incluindo falhas nos sistemas de garantia, produção e controle de qualidade.

Em nota, a agência afirmou que os problemas identificados comprometem os requisitos essenciais de Boas Práticas de Fabricação (BPF), com potencial risco de contaminação microbiológica, ou seja, presença indesejada de microrganismos potencialmente nocivos nos produtos.

A Anvisa, porém, não informou qual seria o microrganismo possivelmente presente nos produtos afetados. A Ypê e o Centro de Vigilância Sanitária do Estado de São Paulo, responsável pela inspeção realizada na fábrica em Amparo, também não divulgaram qual seria o patógeno.

A medida gerou dúvidas entre os consumidores, e o Pulsa conversou com o Procon-SP e com a professora Cristiane Rodrigues Guzzo, do Departamento de Microbiologia do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (USP), para entender quais as orientações para os clientes da marca.

Na entrevista, realizada antes da suspensão da proibição, Cristiane explicou que, especialmente no caso de produtos de limpeza, a contaminação microbiológica pode comprometer a eficiência do produto.

– Além de perder a capacidade de limpeza, o produto pode acabar contaminando superfícies, utensílios e objetos que estão sendo lavados. Isso torna a situação preocupante – afirmou.

O Procon-SP, por sua vez, informou que a marca deveria orientar os consumidores sobre como proceder para obter o reembolso dos valores pagos ou a troca por produtos em perfeitas condições de uso, conforme prevê o Código de Defesa do Consumidor.

HISTÓRICO
Em novembro do ano passado, a Ypê já havia sido alvo de uma ação semelhante da Anvisa por contaminação microbiológica em alguns produtos. Na ocasião, o microrganismo identificado foi a bactéria Pseudomonas aeruginosa. Desta vez, porém, os órgãos responsáveis não informaram o agente.

Segundo Cristiane, a Pseudomonas aeruginosa é uma das poucas bactérias capazes de sobreviver e se proliferar em detergentes e produtos de limpeza.

– Ela consegue resistir à ação química e formar biofilmes extremamente resistentes, o que dificulta a remoção e favorece a proliferação, inclusive em tubulações de água – explicou.

O risco do contato com bactérias desse tipo é maior para pessoas com lesões na pele ou com doenças que comprometem o sistema imunológico, já que esses microrganismos podem encontrar mais facilidade para se proliferar no organismo.

– Essas pessoas são mais suscetíveis à contaminação, que pode evoluir para problemas pulmonares e infecções de ouvido, por exemplo – disse Cristiane.

*AE

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PACIENTES RECEBEM ÁGUA DESTILADA EM VEZ DE VACINA DA GRIPE EM MG

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Pacientes que buscaram a vacina contra a gripe no município de Bambuí, no interior de Minas Gerais, receberam água destilada por engano, na última segunda-feira (4). A Secretaria de Saúde confirmou o erro e demitiu a técnica de enfermagem responsável.

Em nota, a prefeitura informou que a substância aplicada é estéril e não oferece riscos à saúde das pessoas. O posto de saúde onde o caso aconteceu já adotou as providências necessárias para corrigir a falha no atendimento.

— A Secretaria Municipal de Saúde informa que foi identificado um erro operacional durante a campanha de vacinação contra a gripe. Alguns pacientes receberam aplicação de água destilada em vez da vacina contra a influenza. Todas as providências já foram adotadas — informou o documento.

As autoridades garantiram que todos os moradores que receberam a água destilada não precisarão voltar ao posto de saúde Aparecida nos Açudes, onde ocorreu o erro. As equipes farão a correta aplicação na casa dos pacientes.

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Economia

NOVO DESENROLA: PRIMEIRO DIA EM OPERAÇÃO TEM 1,8 MIL ACORDOS

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O Banco do Brasil fez nesta quarta-feira (6), primeiro dia de renegociações pelo Novo Desenrola Brasil, 1.807 renegociações com clientes que atendem às condições do programa do governo federal. As operações somam cerca de R$ 3 milhões, de acordo com comunicado do BB.

A instituição oferece ainda condições especiais de renegociação para clientes com outros perfis, que estão fora do Desenrola, que firmaram 10,1 mil novos acordos também nesta quarta. O montante total chega a R$ 94,8 milhões.

Com o anúncio do Desenrola, o BB afirma ter notado um aumento significativo na procura durante esta semana para renegociar passivos.

— A quantidade de renegociações, considerando todos os públicos, saltou 87% na comparação com o início da semana passada — informou o comunicado.

O Novo Desenrola Brasil atenderá a pessoas que recebam até cinco salários mínimos e oferece renegociações de dívidas com cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal (CDC), em até 48 vezes, com taxa máxima de 1,99% ao mês. Os descontos podem chegar a 90%.

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