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NIKOLAS SE EMOCIONA AO ENCONTRAR PAIS NA CAMINHADA PELA JUSTIÇA

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O início do quinto dia da Caminhada pela Justiça e Liberdade foi marcado por um momento emocionante na manhã desta sexta-feira (23). O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), que lidera o movimento, encontrou seus pais, o pastor Edésio de Oliveira e a psicóloga Maria Ruth de Oliveira, e a irmã, Lavigne Beatrice. Ao encontrar os familiares, o parlamentar foi às lágrimas.

Na atualização mais recente, a caminhada já havia ultrapassado a marca de 150 quilômetros, dos aproximadamente 240 previstos a serem finalizados até o próximo domingo (25), quando está planejado um ato na Praça do Cruzeiro, em Brasília. De acordo com Nikolas, o ato busca reforçar o caráter pacífico e simbólico da iniciativa, convidando a população a refletir sobre o atual cenário político e institucional do país.

Ainda segundo o parlamentar, a mobilização tem como objetivo chamar a atenção da sociedade para o que classifica como arbitrariedades recentes no país, incluindo a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), a situação jurídica dos presos relacionados aos atos do 8 de janeiro de 2023. O ato é marcado pelo lema “Acorda, Brasil”.

Desde a última segunda-feira (19), quando a caminhada foi iniciada na cidade de Paracatu (MG), centenas de pessoas, incluindo figuras políticas e anônimos, seguem o movimento, que também tem contado com o apoio de motoristas que encontram o grupo ao longo do caminho até a capital federal.

Confira alguns dos nomes de quem está ou já esteve na caminhada (alguns participaram pontualmente e não seguirão durante todo o trajeto):

Nikolas Ferreira, deputado federal por Minas Gerais
André Fernandes, deputado federal pelo Ceará
Gustavo Gayer, deputado federal por Goiás
Guilherme Batista, pregador
Marcelo Bonifácio, cantor
Pablo Almeida, vereador por Belo Horizonte (MG)
Wess Guimarães, influenciador
Carlos Bolsonaro, ex-vereador pelo Rio de Janeiro (RJ)
Luciano Zucco, deputado federal pelo Rio Grande do Sul
Rafael Satiê, vereador pelo Rio de Janeiro (RJ)
Fernando Holiday, vereador por São Paulo (SP)
Carlos Jordy, deputado federal pelo Rio de Janeiro
Sargento Gonçalves, deputado federal pelo Rio Grande do Norte
Major Vitor Hugo, vereador por Goiânia (GO)
Luiza Cunha, filha de Cleriston Pereira da Cunha, o Clezão
Thiago Medina, vereador pelo Recife (PE)
João Pedro Pugina, vereador por Araçatuba (SP)
Magno Malta, senador pelo Espírito Santo
Lucas Pavanato, vereador por São Paulo (SP)
Lucas Polese, deputado estadual pelo Espírito Santo
Pedro Poncio, ex-MST
Sebastião Coelho, ex-desembargador
Eduarda Campopiano, vereadora por Praia Grande (SP)
Junio Amaral, deputado federal por Minas Gerais
Chiara Biondini, deputada estadual por Minas Gerais
Vile Santos, vereador por Belo Horizonte (MG)
Douglas Garcia, ex-deputado estadual por São Paulo
Mauricio do Vôlei, deputado federal por Minas Gerais
Capitão Martim, deputado estadual pelo Rio Grande do Sul
Ivson de Castro, vereador por Sete Lagoas (MG)
Samuel Caires, vereador por Janaúba (MG)
Matheus Braga, vereador por Ipatinga (MG)
Ugleno Alves, vereador por Teófilo Otoni (MG)
Pedro Luiz, vereador por Contagem (MG)
Thomaz Henrique, vereador por São José dos Campos (SP)
Luiz Lima, deputado federal pelo Rio de Janeiro
Guilherme Kilter, vereador por Curitiba (PR).

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PM PEDE A MORAES CAMINHADAS E MUDANÇAS EM VISITAS A BOLSONARO

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A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) encaminhou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), um pedido de adequações operacionais e de segurança relacionadas à custódia do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no 19º Batalhão da PMDF, conhecido como Papudinha.

No ofício, enviado nesta terça-feira (28), a corporação solicita autorização para alterar o dia de visitas do ex-presidente, permitir a realização de caminhadas em locais controlados da unidade e ampliar o acesso à assistência religiosa.

Segundo a PMDF, Bolsonaro é um “custodiado sensível” em razão das funções públicas que exerceu, da repercussão do caso e do risco potencial de hostilidades. A corporação afirma que o tratamento diferenciado não configura privilégio, mas medida preventiva voltada à segurança e à integridade física do preso, de visitantes e do efetivo policial.

Entre os pedidos, a PM solicita que o dia de visitação de Bolsonaro seja transferido, de forma excepcional, da quinta-feira para o sábado. A justificativa é que, nos dias úteis, há intenso fluxo de servidores, custodiados e atividades administrativas na Papudinha, além de coincidência com o dia de visitas dos demais presos da unidade.

De acordo com o documento, aos sábados o fluxo interno é reduzido, não há expediente administrativo regular e não ocorre visitação dos outros presos, o que permitiria maior previsibilidade operacional, controle de acesso e segregação dos ambientes.

A PMDF também pede autorização para que o ex-presidente realize caminhadas de forma controlada e restrita, sob escolta e supervisão permanente. As atividades ocorreriam em locais previamente definidos, como o campo de futebol ou a pista asfaltada nos fundos do núcleo.

O pedido, segundo o ofício, foi feito com base em recomendações médicas e tem como objetivo a preservação da saúde física de Bolsonaro. A corporação afirma que a medida não envolve contato com outros presos nem uso de equipamentos, além de apresentar baixo impacto operacional.

Outro ponto apresentado ao ministro é a extensão da assistência religiosa. A PMDF informou que o atendimento é prestado pela Capelania da corporação, nas vertentes evangélica e católica, sempre sob supervisão do efetivo responsável e observadas as condições de segurança da unidade.

Bolsonaro foi transferido para a Papudinha no dia 16 deste mês, por determinação do ministro Alexandre de Moraes. Antes, ele estava custodiado na Superintendência da Polícia Federal (PF) em Brasília. O ex-presidente cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão pelos crimes de organização criminosa armada, golpe de Estado, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, deterioração de patrimônio tombado e dano qualificado contra o patrimônio da União. Bolsonaro nega ter cometido tais crimes.

*AE

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BRASIL É CONDENADO POR PRESO FICAR EM SOLITÁRIA MAIS DE 4 ANOS

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O Brasil foi condenado pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) pela aplicação de prisão em solitária por tempo prolongado e sem fundamentos ao chileno Mauricio Hernández Norambuena. A decisão, da última sexta-feira (23), determina que o Brasil pague indenização por danos imateriais, além das custas do processo e a restituição de valores ao Fundo de Assistência Jurídica às Vítimas do Tribunal.

Mauricio Norambuena foi preso em 2002 e condenado a 30 anos de prisão pelo sequestro do publicitário brasileiro Washington Olivetto. De acordo com a Comissão, o sequestrador ficou preso em regime de isolamento por quatro anos e dois meses, entre 2002 e 2006. Após passar por vários presídios no Brasil, ele foi extraditado para o Chile em 2019.

Lá foi constatado o efeito do regime de isolamento e incomunicabilidade sobre a saúde física e mental do condenado, afirmou a Defensoria Pública da União do Brasil, que representou o chileno. Segundo a defesa, Norambuena desenvolveu hipertensão, vertigem, tremor corporal, ansiedade e depressão, além de um tumor na garganta.

O tribunal reconheceu que o Regime Disciplinar Diferenciado é compatível com a Convenção Americana sobre Direitos Humanos. No entanto, ressaltou que a aplicação deve ser excepcional, temporária e sob controle rigoroso da Justiça para evitar abusos e violações à dignidade da pessoa humana; o que não teria ocorrido no caso em questão.

*Com informações da Agência Brasil

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GOVERNO TRUMP APLICA US$ 1,6 BI E VIRA ACIONISTA DE EMPRESA DE TERRAS RARAS

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governo dos Estados Unidos anunciou um pacote de até US$ 1,6 bilhão para impulsionar a cadeia doméstica de terras raras e minerais críticos, em uma operação que torna o governo dos EUA acionista da USA Rare Earth, empresa listada na Nasdaq.

O apoio foi formalizado por meio de uma carta de intenções assinada nesta segunda-feira (26) entre a companhia e o Departamento de Comércio dos EUA, no âmbito do CHIPS Act, programa originalmente criado para fortalecer a indústria de semicondutores no país.

Pelo acordo, ainda não vinculante, o governo prevê US$ 277 milhões em recursos federais diretos e um empréstimo sênior garantido de US$ 1,3 bilhão, além do recebimento de ações e warrants, o que faz com que o poder público passe a deter participação acionária na empresa.

O acordo ainda passa por etapas finais, como diligências adicionais, assinatura dos contratos definitivos e aval dos órgãos reguladores. A expectativa é que a operação seja concluída ao longo do primeiro trimestre de 2026.

A iniciativa tem como objetivo acelerar a construção de uma cadeia doméstica de terras raras nos Estados Unidos até 2030, abrangendo todas as etapas, da mineração à fabricação de ímãs permanentes usados em semicondutores, sistemas de defesa, veículos elétricos e equipamentos de energia.

Segundo a USA Rare Earth, o projeto permitirá reduzir a dependência da China, hoje dominante na produção global desses materiais estratégicos.

Dados da IEA (Agência Internacional de Energia) indicam que cerca de 91% do refino global de terras raras é feito por empresas chinesas, que também respondem por aproximadamente 94% da produção de ímãs permanentes usados em turbinas, motores e equipamentos de defesa.

O plano prevê o início da produção comercial do projeto Round Top, no Texas, em 2028, com capacidade de extração de até 40 mil toneladas por dia de minério contendo terras raras pesadas e outros minerais críticos.

Entre os elementos previstos estão disprósio, térbio, ítrio, háfnio e gálio, considerados essenciais para a indústria de chips, defesa e aeroespacial, e que hoje praticamente não possuem produção doméstica nos Estados Unidos.

Como parte da operação, o Departamento de Comércio dos Estados Unidos receberá ações ordinárias e warrants da companhia. Ao todo, a USA Rare Earth prevê a emissão de 16,1 milhões de ações e aproximadamente 17,6 milhões de warrants ao governo americano.

Em paralelo ao apoio estatal, a USA Rare Earth anunciou uma captação privada de US$ 1,5 bilhão, liderada pela gestora Inflection Point, com participação de grandes investidores institucionais. Com isso, o pacote total de recursos mobilizados pode chegar a US$ 3,1 bilhões.

Em comunicado, o secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick, afirmou que o projeto é essencial para restaurar a independência americana em minerais críticos.

CNN BRASIL

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