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CASAL É PRESO COM SUBMETRALHADORA E PISTOLAS ESCONDIDAS NO PAINEL DO CARRO

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Em uma ação conjunta na noite desta sexta-feira (26), a Polícia Rodoviária Federal e o 3º Batalhão de Polícia de Choque da Brigada Militar prenderam um homem e uma mulher que transportavam armas e carregadores escondidos no painel de um carro. A abordagem ocorreu na BR 386 em Sarandi.

Durante uma ação direcionada ao combate à criminalidade, os policiais abordaram o motorista de um Grand Livina. No carro os policiais perceberam um forte cheiro de cola, sendo encontradas 5 pistolas calibre 9mm, 1 revólver calibre 38, 1 submetralhadora calibre 9mm, 15 carregadores de munição e 1 supressor de ruído (silenciador) escondidas dentro do painel.

O homem, de 34 anos, natural de Soledade, e a mulher, 21, de Sobradinho, foram presos e encaminhado para registro da ocorrência na Polícia Federal.

Fonte: https://rduirapuru.com.br/casal-e-preso-com-submetralhadora-e-pistolas-escondidas-no-painel-do-carro/?fbclid=IwAR2YP-J67sAUolqgnS322j8tyXwqWbs0dbIfGYPGn99YQ7JX5W5zc2RSbgc

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Esportes

POR QUE TANTAS CHUTEIRAS COR-DE-ROSA NA COPA DO MUNDO 2026?

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Um detalhe tem chamado a atenção de quem assiste aos jogos da Copa do Mundo dos Estados Unidos, México e Canadá: a maioria dos jogadores está atuando com chuteiras cor-de-rosa, independentemente da marca delas. O fenômeno não é apenas uma coincidência, mas envolve estratégia de mercado das fabricantes.

Nas seleções, assim como nos clubes, os atletas usam o uniforme com a marca do fornecedor de material esportivo da equipe, seja em campo ou nos ambientes de treino, concentração e viagens. Desta forma, restam apenas os pés como canal de propaganda dos seus próprios patrocinadores.

As marcas estudam a fundo a melhor forma de chamar a atenção para seus produtos durante o evento esportivo com maior audiência no planeta. Desta vez, a solução encontrada por marcas como Nike, Adidas, Puma e New Balance foi explorar o cor-de-rosa, devido ao forte contraste com o verde do gramado. As duas cores estão em lados opostos da escala cromática.

As cores chamativas não são uma novidade. Desde o início dos anos 2000, o preto básico “raiz” tem dado lugar a cores mais chamativas e fluorescentes, com o mesmo objetivo de se destacar nos gramados. O gerente de produto da Nike, Odinga Nimako, explica a escolha pelo rosa este ano.

— Se você estiver assistindo ao jogo da arquibancada ou pela televisão, o rosa se sobressai contra o verde do gramado. (…) Nossa intenção era garantir que a chuteira se destacasse em relação ao uniforme — disse em entrevista ao portal The Athletic, do The New York Times.

Nenhuma seleção desta edição da Copa usa o tom de cor em seus uniformes. O especialista diz ainda que o uso de cores chamativas tem sido um pedido dos próprios atletas e consumidores.

— Temos ouvido constantemente dos atletas e dos consumidores que, em momentos decisivos, cores vibrantes lhes dão confiança. (…) Nossa abordagem foi focar naquelas que realmente amplificam a confiança, e o rosa é uma delas — explicou.

Grandes craques, no entanto, acabam fugindo da tendência. Por terem qualidade e conquistas diferenciadas, eles também carregam modelos exclusivos. Exemplos dessa estratégia são o argentino Lionel Messi, que usa um modelo Adidas predominantemente branco, e o português Cristiano Ronaldo, que recebeu um modelo totalmente dourado da Nike.

Os dois craques devem jogar a Copa pela última vez, assim como Neymar Jr. O brasileiro tem um modelo diferenciado, mas não foge totalmente à tendência. O modelo fornecido pela Puma tem a maior parte da sua estampa em cor-de-rosa, mas o pé direito tem tons de azul na ponta, enquanto o pé esquerdo possui coloração laranja.

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ARGENTINA EMITE ALERTA NACIONAL APÓS ROUBO DE CÉSIO-137

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O sumiço de uma cápsula contendo Césio 137 de um instituto médico na região central de Rosário, em Santa Fé, na Argentina, mobilizou as forças de segurança e colocou o país em estado de alerta nacional.

O material radioativo, usado para a calibração de aparelhos de medicina nuclear, estava guardado em uma estrutura blindada de chumbo projetada justamente para isolar a radiação. O desaparecimento foi descoberto por técnicos notaram a ausência do frasco transparente, que armazena o elemento em formato de gel.

A Autoridade Regulatória Nuclear (ARN) acionou o Sistema de Intervenção em Emergências Radiológicas (SIER), a Agência Federal de Emergências (AFE) e a Polícia Federal Argentina foram acionadas e iniciaram as buscas pelo composto.

A linha de investigação da polícia foca em possíveis falhas nos protocolos internos de segurança ou em um furto qualificado. De acordo com os registros do próprio laboratório, o acesso à sala onde a cápsula ficava guardada era limitado a apenas quatro pessoas autorizadas.

Os agentes analisam o histórico de movimentações da instalação e as imagens das câmeras de monitoramento para identificar quem entrou na área no período do desaparecimento.

Usado em tratamentos de radioterapia, além de aplicações industriais e científicas, o Césio 137 emite radiações do tipo beta e gama, o que exige um rigoroso controle de manejo.

Os órgãos reguladores explicam que enquanto a blindagem protetora de chumbo não for violada, o risco radiológico imediato para a comunidade é classificado como muito baixo. O grande perigo reside na manipulação acidental por indivíduos que ignorem a natureza do material, como ocorreu em Goiânia, no Brasil, em setembro de 1987.

Se a embalagem de segurança for rompida ou destruída, a proximidade com o gel pode desencadear queimaduras na pele, lesões severas em órgãos internos, disfunções na medula óssea e o desenvolvimento de câncer a longo prazo. Por precaução, a orientação oficial é que qualquer pessoa que localize o recipiente deve se afastar e acionar a polícia de imediato.

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´´TUDO COMEÇOU NO GOVERNO DO PT´´´, DISPARA CORONEL ASSIS

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Em entrevista ao programa Pleno Time, o deputado federal Coronel Assis (PL-MT) avaliou a nona fase da Operação Compliance Zero, que teve com um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo Lula no Senado. A operação foi realizada na manhã desta quinta-feira (18).

Essa é a primeira fase da operação que mira políticos aliados do presidente Lula. Para o Coronel Assis, o episódio representa um desgaste para o governo Lula e defendeu o aprofundamento das investigações. Segundo o parlamentar, as apurações demonstram que o alcance do caso é maior do que se imaginava inicialmente.

– Com certeza isso é muito ruim para o governo. Mas mostra mais uma vez que aquela pecha que tentaram colar na direita brasileira, chamando de “Bolso Master”, caiu por terra. Mostrou que os tentáculos desse escândalo do Banco Master estão muito além do que a gente imagina – afirmou, dizendo que “tudo começou no governo do PT”.

O deputado também elogiou a condução do processo investigativo pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), e ressaltou a necessidade de que os fatos sejam esclarecidos sem que ocorram problemas processuais.

O deputado voltou a defender a instalação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar o caso. Ele afirmou que a oposição reuniu as assinaturas necessárias, mas que o requerimento ainda não foi lido pelo Congresso Nacional.

– Nós conseguimos as assinaturas, mas até agora ela não foi lida, ela não foi instalada. Eu acho que o Banco Master tem tudo para ser o nosso Watergate brasileiro. Na verdade, eu acho que é muito pior do que nós estamos imaginando – declarou.

O parlamentar argumentou que o tema possui desdobramentos complexos e que parte da população ainda não compreende a dimensão das suspeitas investigadas. Para ele, o caso pode revelar um dos maiores escândalos políticos e financeiros dos últimos anos.

Coronel Assis também comentou a posição do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), que já indicou que a tramitação da CPI seguirá os ritos regimentais normais, sem prioridade. O deputado garantiu que a oposição continuará pressionando pela instalação da comissão.

– Não tenha dúvida disso [da pressão]. A oposição vai estar o tempo todo batendo, falando e buscando que se instale essa CPMI. Vamos continuar na luta. O Brasil precisa saber da verdade – concluiu.

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