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NEGO DI É INVESTIGADO SIMULTANEAMENTE POR CRIMES DIFERENTES

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O humorista e influenciador gaúcho Dilson Alves da Silva Neto, conhecido como Nego Di, é investigado simultaneamente por duas supostas fraudes. A Polícia Civil apura suposta fraude cometida por ele e seu sócio, Anderson Bonetti, por venderem produtos fantasmas. Em paralelo, o comediante é alvo de uma investigação Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS).

Venda de produtos fantasmas

Nego Di e o sócio Anderson Bonetti são investigados pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul por vender produtos que não foram entregues aos clientes. Em mensagens por Whatsapp, o influenciador chegou a prometer reembolsar algumas das vítimas, o que não ocorreu, segundo a polícia.

Os investigadores estimam que os alvos tenham faturado cerca de R$ 5 milhões com as transações e lesado aproximadamente 370 pessoas. O chefe da polícia gaúcha, Fernando Sodré, não descarta o surgimento de novas vítimas a partir da repercussão do caso.

Em vídeos publicados nas próprias redes sociais, Nego Di chegou a afirmar que era dono da loja “Ta di Zuera”, utilizada na fraude. O estabelecimento costumava vender produtos, como geladeira e ar-condicionado, com preços abaixo da média praticada no mercado.

A investigação deste caso foi iniciada em 2022 e encerrada no ano passado com o indiciamento de Dilson e Anderson. Ambos foram presos este mês após expedição de mandados judiciais.

Rifas ilegais

O Ministério Público do Rio Grande do Sul investiga o influenciador Nego Di e sua esposa Gabriel Sousa, também criadora de conteúdo nas redes sociais, por lavagem de cerca de R$ 2 milhões com rifas virtuais promovidas na internet.

Os agentes apuram também uma suposta fraude nos sorteios, de forma que os prêmios não seriam, de fato, entregues aos vencedores.

O casal foi alvo de uma operação do MPRS no dia 12 de julho. Na ocasião, mandados de busca e apreensão de bens do casal foram cumpridos na casa dos influenciadores, em Santa Catarina. O objetivo da ação foi colher mais provas relacionadas ao crimes sob investigação. A promotoria sequestrou dois veículos de luxo do casal.

O que diz a defesa

Sobre o caso de estelionato pelo qual o humorista foi preso preventivamente, os advogados de Nego Di dizem que “o processo tramita em segredo de justiça e, respeitando a fase processual, a defesa irá se manifestar em momento oportuno”.

Em relação à apuração sobre as rifas ilegais, a defesa alega que “a inocência dos investigados será provada em momento oportuno, conforme o devido processo legal”.

Quem é Nego Di

Nego Di, de 30 anos, nasceu em Porto Alegre (RS) e ficou famoso depois participar da edição de 2021 do ‘Big Brother Brasil’ da Rede Globo. Ele foi eliminado no terceiro ‘paredão’ do programa com 98,76% dos votos.

Foi a segunda maior rejeição da história do reality, atrás apenas de Carol Conká, que saiu no mesmo ano com 99,17% dos votos.

O gaúcho também é humorista, cantor e empresário. Hoje, possui mais de 13 milhões de seguidores nas principais plataformas das redes sociais.

Ele realiza eventos de comédia ‘stand-up’ desde 2018, quando lançou o show ‘As aventuras de Nego Di”, depois em 2020 com o “Over12” e em 2022 com o “98% Show”.

O artista também entrou para o mundo da música em 2018, quando lançou o álbum ‘As Aventuras de Nego Di’ com o gênero rap. Suas canções mais conhecidas são “Volta por Cima”, “Marfim” e “Lembrei de Tu”.

Em abril de 2024, o humorista se envolveu em uma troca de farpas com Wanderlei Silva, lenda do MMA, quando ironizou o campeão chamando ele de “lutador aposentado”.

CNN BRASIL

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AÇÃO CONTRA LAVAGEM DE DINHEIRO DO PCC PRENDE DEOLANE BEZERRA

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A influenciadora e advogada Deolane Bezerra foi presa na manhã desta quinta-feira (21) durante uma operação do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e da Polícia Civil que investiga um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC). A ação ainda teve como alvos membros da família de Marco Camacho, o Marcola, principal líder da facção, e também o próprio criminoso.

Além de Deolane e Marcola, os investigadores cumpriram mandados de prisão contra Everton de Souza, conhecido como Player e apontado como operador financeiro do grupo; contra o irmão do traficante, Alejandro Camacho; e os sobrinhos Paloma Herbas Camacho e Leonardo Herbas Camacho, que estariam respectivamente na Espanha e na Bolívia. Marcola e Alejandro, já presos, serão comunicados da nova prisão.

Segundo a investigação que fundamentou a operação, batizada de Vérnix, o esquema utilizava uma transportadora de cargas sediada em Presidente Venceslau, no interior paulista, que seria controlada pela cúpula do PCC e estaria sendo utilizada como empresa de fachada para lavagem de dinheiro.

As apurações começaram ainda em 2019, após a apreensão de bilhetes e manuscritos com presos da Penitenciária II de Presidente Venceslau. O material levou os investigadores a identificar referências a ordens internas da organização criminosa, ameaças a agentes públicos e menções a uma “mulher da transportadora”, que teria auxiliado o grupo.

As diligências posteriores apontaram para a empresa Lopes Lemos Transportes, descrita pelos investigadores como braço financeiro da facção. A partir da Operação Lado a Lado, realizada em 2021, a polícia passou a analisar movimentações financeiras consideradas incompatíveis com a atividade econômica declarada pela empresa.

A investigação ganhou uma nova dimensão após a apreensão do celular de Ciro Cesar Lemos, apontado como operador central do esquema e homem de confiança de Marcola e Alejandro Camacho. De acordo com os investigadores, mensagens e registros encontrados no aparelho mostrariam pagamentos, compra de caminhões e movimentações patrimoniais em benefício da cúpula do PCC.

Segundo a polícia, depósitos ligados ao esquema beneficiavam contas de Deolane Bezerra e de Everton de Souza. Os investigadores afirmam que a influenciadora teria recebido mais de R$ 1 milhão entre 2018 e 2021 por meio de depósitos fracionados inferiores a R$ 10 mil, prática conhecida como “smurfing”, usada para dificultar o rastreamento financeiro.

Também foram identificados quase 50 depósitos, somando cerca de R$ 716 mil, destinados a empresas ligadas à influenciadora por uma empresa de crédito cujo responsável teria renda incompatível com os valores movimentados. Conforme a investigação, não foram encontrados pagamentos relacionados a empréstimos ou prestação de serviços jurídicos que justificassem as transferências.

A Justiça paulista determinou o bloqueio de R$ 27 milhões em nome da influenciadora, valor cuja origem não seria comprovada e que, por isso, teria indícios de lavagem de dinheiro. Ao todo, a operação resultou no bloqueio de 39 veículos avaliados em mais de R$ 8 milhões e de R$ 357,5 milhões em ativos financeiros dos investigados.

Nas últimas semanas, Deolane esteve em Roma, na Itália. Seu nome chegou a constar na lista de Difusão Vermelha da Interpol, mas ela retornou ao Brasil nesta quarta (20). Nesta quinta, agentes também cumpriram mandados de busca e apreensão em sua residência em Barueri e em outros imóveis ligados a ela.

A Justiça paulista justificou as prisões preventivas alegando existência de fortes indícios de participação no esquema, risco de destruição de provas, possibilidade de fuga e continuidade das atividades criminosas, inclusive com ordens sendo transmitidas de dentro do sistema prisional.

PLENO.NEWS

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Educação

*CONSTANTINA: ATIVIDADES REFERENTES AO MAIO LARANJA

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Nesta quarta-feira, 20 de maio, a EMEF Bento Gonçalves realizou uma atividade alusiva ao Maio Laranja, mês de conscientização e combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes.

A ação teve como objetivo promover informação, diálogo e reflexão junto aos estudantes, reforçando a importância da proteção, do cuidado e da garantia dos direitos das crianças e adolescentes.

Falar sobre o tema é fundamental para prevenir, orientar e fortalecer a rede de proteção. Denunciar é um ato de cuidado e responsabilidade.

Proteja nossas crianças e adolescentes.

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Geral

*CONSTANTINA: PREFEITO EM EXERCÍCIO ANDRÉ ZANELLA

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O prefeito em exercício André Zanella recebeu nesta segunda-feira, 18 de maio, a assessoria do Deputado Federal Marcon, os vereadores Sara Ludke e Edeval Borcioni, além de lideranças do município, para tratar sobre o pagamento da emenda parlamentar destinada às melhorias do Parque Poliesportivo.

Durante o encontro, foi recebido o ofício com a confirmação do pagamento da emenda parlamentar, um importante recurso que contribuirá para investimentos e melhorias no espaço esportivo, beneficiando atletas, famílias e toda a comunidade constantinense.

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